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O Rappa celebra ‘Lado B Lado A’ no Rio de Janeiro

O rappa participa das comerações de 30 anos do circo voador.E apresentar o disco (Lado B Lado A) se juntou à série de shows e apresentou na íntegra que lotaram a casa. O público estava animado e cheio de expectativas, não se incomodando com o atraso de uma hora para que o show tivesse ínicio.

Falcão, começou dizendo:“Hoje é um dia muito especial! Esse disco promoveu a gente para o Brasil”, e neste momento anunciou Negralha ao substituir o DJ Marcelinho da Lua nas picapes. “Felicidade na nossa cidade, Rio de Janeiro!”, saudou Falcão antes de “Tribunal de Rua”, a primeira das 12 faixas do “Lado B Lado A”, tocadas na ordem do tracklist.

“Esse show já aconteceu outra vez eu acho justo que vocês tivessem essa chance”, explicou o vocalista se referindo à apresentação feita em São Paulo e mostrando satisfação em tocar o repertório em sua cidade. A primeira metade do disco conta com clássicos como “Me Deixa”, “O Que Sobrou do Céu” e “Minha Alma (A Paz que Eu Não Quero)” e marcou o ponto alto da noite.

A faixa-título, “Lado B Lado A”, e “Homem Amarelo” também conseguiram empolgar a plateia. Em “Favela”, Falcão também aproveitou para provocar a “molequecada que diz que reinventou o samba” depois de convidar Wesley, um percussionista da Mangueira que levou o som de seu repique para introduzir a música.

À vontade, o vocalista pediu ao público que o deixasse descer do palco para dançar no chão. Com dificuldade, ele teve seu pedido atendido e foi ovacionado pelos fãs. Chegando ao fim do repertório, O Rappa se despediu, mas foi convidado por Jussara Simões, produtora do Circo Voador, a retornar ao palco e fazer um segundo show.

Depois de pouco mais de uma hora de apresentação, a banda “complementou” a noite com mais uma hora e meia de show. No setlist, não faltaram sucessos como “Reza Vela”, Mar de Gente”, “Hey Joe”, “Mundo Negro” e “Rodo Cotidiano”. O Rappa se despediu da “noite histórica” – como o próprio Falcão definiu – com Pescador de Ilusões”. Às quatro da manhã, o público cantava “valeu a pena” em coro.
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